sábado, 1 de fevereiro de 2014

Tio Patinhas no consulado do Brasil

    Olá, amigos! Andei meio afastado do blogue; todo final de ano e começo do ano novo a correria no trabalho é tão grande que nem dá tempo de me dedicar às outras atividades que gosto de realizar.
    Bem, na segunda semana de janeiro tive que ir em Tóquio no consulado brasileiro para renovar o meu passaporte. Aproveito a ocasião para parabenizar o pessoal do consulado pelo excelente atendimento. Deixei o formulário do passaporte preenchido através do site do consulado e as taxas devidamente pagas através da agência dos correios. Chegando lá, só foi entregar toda a papelada e comprovantes de pagamento e... dois dias depois recebi meu passaporte pelos correios. Até que enfim tenho o passaporte do Mercosul, todo azulão. Da última vez que renovei o passaporte recebi o velho passaporte verde escuro, quando cheguei na China, o agente da imigração até me perguntou de onde era aquele passaporte. Que situação... mas tudo bem.
    O melhor de toda essa história de renovar o passaporte foi que resolvi passar na loja de produtos peruanos e brasileiros que existe no mesmo prédio em que fica o consulado para comprar meu suco de maracujá, sim, pois adoro suco de maracujá, ainda mais o da Maguary. Chegando lá, percebi que a loja estava bem diferente de cinco anos atrás, quando passei por lá da última vez. Para a minha surpresa construíram um espaço só de livros e revistas brasileiras e peruanas e, adivinhem o que encontrei...

    Isso mesmo, gibis da Disney fresquinhos. eheheh O preço estava bem salgado mas levando em consideração as taxas de importação e tudo mais, posso dizer ainda que foi aceitável. comprei todos os que estavam na estante.

     E eu, em plena segunda semana de janeiro li o maravilhoso gibi de natal do Pato Donald. Excelente a seleção de histórias dessa edição.

    O Tio Patinhas cercado por todos os inimigos é uma história com um roteiro digno dos melhores filmes, prende muita a atenção, me deu até pena do velho sovina. Espero conseguir a edição seguinte para saber o final dessa aventura.
    
     O Tio Patinhas que contribuiu muito para eu ter meu lado pão-duro e poupar o quanto puder.
    Olha só minha caixa forte:
    Se trata do meu cofrinho onde guardo todas as moedas de 500 ienes que recebo de troco. Quantos cofrinhos destes eu precisaria para encher a caixa forte do titio, hein? Já perdi até a conta... hehehe

    Eu sou pão-duro mesmo e gosto desse meu lado.
    Num outro dia conto mais sobre os outros gibis que estou lendo dessa boa colheita que fiz lá na loja dos peruanos em Tóquio.
    Tenham todos um ótimo final de semana!

4 comentários:

  1. Ótimas aquisições, Silvio! Estou querendo comprar o gibi do Tio Patinhas que traz a história de seu "casamento"... tenho um gibi dos anos 80 com uma história assim, então quero fazer uma comparação.
    Legal o cofrinho... parecem moedas de baú de piratas assim douradinhas, hehehehe! Bom fim de semana, um abraço!!

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    1. Olá! Eu tenho esse gibi do Tio Patinhas que tem o casamento dele com a Brigite. Mas está aí no Brasil aos cuidados de um amigo. Já nem me lembro direito da história. O bom de ir ficando velho é que nem bem passam 4 ou 5 anos que a gente lê uma história e nem se lembra mais do final ou do desenrolar da mesma. hehe Até mais!

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  2. Muito bom amigo, saber que as revistas Disney do Brasil chegam até aí! A história da revista comemorativa é fantástica mesmo, e confesso que também tive pena do velho Patinhas, mas como ele sempre dá a volta por cima... Com relação ao comentário da Nanda, no Almanaque do Tio Patinhas atual, terá a republicação do casamento dele e não comprei ainda porque na minha cidade ainda não chegou, mas estou aguardando.Eu também tento ter uma cofrinho, mas os gibis não deixam!

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    1. Olá, Heri! Pois é, ainda preciso ver se consigo a continuação dessa história para saber o final. Acho que vou ter que dar um pulo lá na loja dos peruanos outra vez... hehe o problema é o preço. Tudo bem que tem as taxas de importação e os custos mas chega a custar quase três vezes mais que o preço no Brasil. Com tantos brasileiros vivendo no Japão e o governo de ambos os lados nem para facilitar certas burocracias para comércio de produtos brasileiros... Bom, tenha um bom dia!

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